
Biométrico
Controlador que dispensa cartões e chaves: a digital do usuário é a credencial.
Garantia de segurança para o seu patrimônio, os seus clientes e os seus colaboradores.
Equipamentos
O coletor é quem identifica a pessoa e comanda a abertura. A tecnologia de leitura muda conforme o público que vai passar por ali.

Controlador que dispensa cartões e chaves: a digital do usuário é a credencial.

Faz a identificação pela leitura de código de barras ou QR Code — inclusive na tela do celular.

Leitor de cartões de proximidade no padrão Mifare ou RFId 125 kHz, compatível com pulseiras e chaveiros.

Botoeira inteligente em aço inox, à prova de vandalismo, para liberar a saída pelo lado interno.
Por que monitorar o acesso
O controle de acesso é importante para garantir a segurança dos seus colaboradores, dos seus clientes e do seu patrimônio. Um software de gerenciamento permite ainda a extração de relatórios gerenciais: você sabe onde estão seus alunos, clientes e colaboradores, a qualquer momento, dentro da sua empresa.
O gerenciamento também garante que somente pessoas autorizadas terão acesso a áreas críticas — almoxarifado, tesouraria, áreas de TI, entre outras.
Hospitais têm se beneficiado bastante desses sistemas, tanto no controle de visitantes com catraca na portaria quanto na restrição de ambientes críticos como UTI e farmácia.
Software
Uma solução de acesso inclui um software on-line: com ele você sabe em tempo real quem acessou os locais controlados. O sistema pode ter catracas para portaria e refeitório, evitando o acesso de caronas, e coletores e controladoras para portas, portões e cancelas.

Para condomínios, empresas, escolas ou qualquer empreendimento com portaria e fluxo de visitantes.

Controla o acesso de pessoas a locais restritos em tempo real, com regras por porta, dia e horário.

Controla o acesso de alunos, professores e visitantes, validando mensalidade e exame antes de liberar.
On-line ou off-line
A escolha depende da infraestrutura de rede disponível e do nível de controle central que a operação exige.
O equipamento envia a identificação para o software na hora. O software consulta as regras e devolve o comando de liberar ou bloquear.
O próprio equipamento guarda as regras e decide sozinho quando alguém se identifica, sem consultar ninguém.
Aplicações
É onde some ferramenta, peça e insumo — quase sempre em horário sem movimento. A porta guarda a lista de quem pode abrir e registra até a tentativa negada, que costuma ser o dado mais revelador depois que o sumiço aparece no inventário.
Quem abre: almoxarife e supervisão
Acesso restrito a duas ou três pessoas, com registro de data e hora de cada abertura.
Quem abre: financeiro
O rack concentra dados de toda a empresa. Entrada liberada só para TI e manutenção.
Quem abre: TI e manutenção
Medicamento controlado exige histórico de acesso por norma da vigilância sanitária. O sistema entrega esse relatório pronto, sem ninguém precisar preencher livro.
Quem abre: equipe assistencial
Liberados conforme o plano contratado por cada aluno.
Quem abre: plano ativo
Crédito descontado na entrada e janela de horário por turno, para a fila não se formar toda de uma vez. No fechamento sai quanto cada setor consumiu.
Quem abre: crédito e turno
Dúvidas frequentes
É uma solução que aplica regras de segurança para permitir ou bloquear a entrada de pessoas em locais restritos. O sistema consiste em três etapas: identificar a pessoa, verificar as regras definidas e autorizar ou bloquear o acesso.
Por um software e por equipamentos de segurança. No software são definidas as regras. Para o controle físico entram equipamentos como catracas e coletores que comandam a abertura de portas e cancelas. O sistema também pode usar câmeras para aumentar a segurança.
Por biometria, cartão, QR Code ou senha. Na biometria, as formas mais comuns são impressão digital e reconhecimento facial — nesses casos é necessário cadastrar a biometria do usuário. O cartão é muito usado para visitantes, com catraca de urna coletora recolhendo o cartão na saída. Outra forma prática para visitantes é o QR Code apresentado pelo celular.
O sistema consulta uma base de dados com as informações necessárias para decidir sobre cada usuário. O acesso pode ser concedido apenas a pessoas cadastradas, e somente nos dias e horários definidos. Também é possível aplicar controle por créditos. Cada local controlado pode ter a sua regra específica, e a consulta pode incluir questões particulares da aplicação — pagamento de mensalidade, verificação de pendências, entre outras.
No on-line, o equipamento que identifica o usuário envia a informação imediatamente para o software, que consulta suas regras e devolve o comando autorizando ou bloqueando. Exige conexão permanente, e a vantagem é que o software concentra tudo o que acontece em todos os pontos de acesso, dando maior nível de controle.
No off-line, o próprio equipamento é configurado com as regras e toma a decisão sozinho quando alguém se identifica. Não exige conexão permanente com o software.
Depende do caso. Existem softwares prontos e parametrizáveis, que atendem a um grande número de aplicações com ótima relação custo-benefício. Existem os feitos para segmentos específicos, que já consideram as particularidades daquele mercado. E, para necessidades muito próprias, um software pode ser desenvolvido sob medida — nesse caso é possível integrá-lo aos equipamentos usando as bibliotecas de comunicação fornecidas pelo fabricante.
Portarias de condomínios e empresas, academias, escolas, hospitais, indústrias, eventos, refeitórios e clubes.
Décadas de experiência em tecnologia da segurança: controladores, catracas e software para os mais variados perfis de operação.
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